🔹 As perspectivas que atravessam a capacidade de crítica na cartografia dos traços que sustentam a construção de devires nas práticas cotidianas dos sujeitos, manifestam-se como discursivas coletivas de práticas que produzem excessos na ordem de mutações e mobilidades.
🔹 Territórios de experimentação da alteração do si, fronteiras – limites do si, enquanto modos e temporalidades de concepções e ideais de configurações e mutações possíveis de serem confundidas com rupturas na construção do presente.
🔹 Possibilidade de superação no pensar em estratégias de criação do novo em direção de futuros imaginários do saber em relação ao lugar de onde surja operações e manobras de explorações de potencialidades da vida.
🔹 Condição de problematizar a tomada de decisões da própria vida, preceitos e formas de saber nas quais se espera reconhecer a própria situação histórica; busca-se saber determinar certos acontecimentos que terá valor na existência de si no caminho do progresso social.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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*Propondo reflexões a partir de uma seleção de anotações e recortes sobre textos.