Uma análise

Na tentativa constante de "organizar" a vida, o deparar com questões práticas e lógicas, desempenha um papel crucial nesse processo do possíovel organizar. Campos de investigação como Filosofia, Teologia, Antropologia, Sociologia, História, Fenomenologia e tantos outros, são fundamentais para desenvolver investigações e reflexões sobre o mundo da vida. Essas reflexões ocorrem no âmbito da singularidade, envolvendo experiências, valores e crenças dos modos do ser.

Ao interpretar a vida no mundo e analisar narrativas, enfrenta se  desafios socioculturais que exigem diálogo e interações. Nesse processo, podem surgir possíveis rupturas no decorrer desses fluxos. 

As análises e reflexões nos permitem aproximar fronteiras entre diferentes aspectos da existência sinérgica humana, no destacar a importância de relações conjuntas de pertencimento e de reciprocidade.

Preparamos um resumo topológico desta temática:
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O ser humano é um intérprete natural da “realidade”. Utilizamos nossa capacidade de raciocínio e intelecto para interpretar o mundo ao nosso redor. Parte dessa interpretação envolve o perceber das intenções, ações e situações que se apresentam a nós. Essa interpretação da “realidade” é relevante para nossa construção afetiva e perceptiva do social.

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Buscamos constantemente organizar a vida de maneira que faça sentido. Essa organização envolve questões pragmáticas e lógicas, bem como a formação de uma cosmovisão.

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Campos de estímulo como a razão, o intelectualismo e a contemplação desempenham um papel crucial nesse processo. Além disso, também nos voltamos para várias disciplinas, como Filosofia, Teologia, Antropologia, Sociologia, História, Fenomenologia e Psicanálise para aprofundar nossa elaboração do mundo.

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A Filosofia, em particular, tem sido uma fonte rica de narrativas que moldam sociedades. Ela favorece o desenvolver de categorias diacrônicas e sincrônicas para elaborar o mundo e permitir explorar a potencialidade e os sentidos em um nível mais profundo.

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Como sujeitos e intérpretes, estamos continuamente enfrentando e resolvendo problematizações existenciais e epistemológicas. Esses embates acontecem na esfera de nossas subjetivações, valores e crenças. A racionalidade desempenha um papel relevante na interpretação do mundo e na análise de narrativas a partir de uma perspectiva afetiva.

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O complexo de ideias da filosofia, história e pressupostos, bem como o estabelecimento de fundamentos, são todos abordados e interpretados a partir de uma perspectiva afetiva.

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A interpretação não está livre de críticas. Existem desafios socioculturais a serem enfrentados na instância de diálogo e interações. Estar cientes que categorizações e padronizações podem colocar em risco os processos levando a possíveis rupturas.

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As estruturas humanas são orgânicas e dinâmicas e em constante mudança; as persepçõs e análises construídas só podem fornecer um recorte do que é possível perceber e analisar, pois as fronteiras entre diferentes aspectos da existência são porosas e sinergéticas, refletindo uma relação de conjunto, de pertença e de reciprocidades.


O processo do pensar é um campo vasto e complexo, e a análise dessas Releituras Topológicas tem a intenção de instigar maneiras intrigantes de explorar esse campo nos processos e articulações do pensar.

Releitura Topológica baseada no texto:

🔹 Vida! Humano! História! Coisas! Pensamos viver por meio de intenções, reações, situações conscientemente ou não, interpretamos e avaliamos como do que percebemos da suposta realidade.

🔹Observar e perceber o social numa intensão de buscar uma compreensão afetiva e avaliadora que faz sentido singular para organizar a vida.

🔹Questões pragmáticas e lógicas que fazem parte de um todo que chamamos de cosmovisão (visão das “coisas”). Pressupostos aplicados ou adequados as coisas com base no que “cremos, interpretamos e julgamos do que efetivamente dá sentido à vida.

🔹Estímulos dos campos da Razão, do Intelectualismo, da Contemplação, da Filosofia, da Teologia, da Antropologia, Sociologia, História, Fenomenologia, Psicanálise; campos da investigação do saber e do investigar…

🔹Apropriação de filósofos (pensadores), quanto ao campo de um ponto de vista que agrega narrativas que moldam sociedades em categorias diacrônicas e sincrônicas na construção e “tradução” do que representa percepção do mundo ou a capacidade humana de uma totalidade dada dita dos “sentidos”.

🔹 O sujeito humano é ativo como intérprete da “realidade”, interação produtiva a partir de problematizações existenciais e epistemológicas, embates na esfera de subjetivações, valores e crenças. Pressupostos de afirmativas para justificar como relevantes narrativas que enfatiza a racionalidade e a interpretação do mundo.

🔹Tanto particularmente ou coletivamente na perspectiva da questão afetiva, surgem narrativas de um complexo de ideias da filosofia da época expressa em uma história ou conjunto de pressupostos, em que as suposições são estabelecidas como fundamentos e proeminência do pensamento.

🔹Levantar algumas críticas de possíveis objeções e de possíveis rupturas a categorizações e padronizações na direção do diálogo e interação de pensar e refletir os desafios socioculturais estimulando a uma ação de fatores de operacionalizações de pontes, de possibilidades de trocas e espaços conferindo significado relevante ao outro.

🔹Estruturas humanas são estruturas orgânicas e dinâmicas e em constante mudanças, onde as análises são tentativas de aproximação de resultados, fronteiras de natureza porosa e sinergética com referentes em comuns e afins centrada na relação de conjunto, de pertença e reciprocidades.

Referências Bibliográficas

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GEERTZ, Clifford, A vida entre os antros e outros ensaios. Petrópolis: Vozes, 2015.

GOHEEN, Michel W.; BARTHOLOMEW, Craig G. Introdução à cosmovisão cristã. São Paulo: Vida Nova, 2016. GOMBRICH, Ernst H.

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MALINOWSKI, Bronislaw. Crime e costume na sociedade selvagem. Petrópolis: Vozes, 2015.

MARCONDES, Danilo. Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. Rio de Janeiro: Zahar, 2008. E-book.

MARTELOTTA, Mário Eduardo. Manual de Linguística. São Paulo: Contexto, 2012.

NAUGLE, David. Cosmovisão: a história de um conceito. Brasília: Monergismo, 2017. E-book.

ROOKMAKER, Hans R. Filosofia e estética. Brasília: Monergismo, 2018. E-book.

*Propondo reflexões a partir de uma seleção de anotações e recortes sobre textos.

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